Ai Justino, Justino, que tu pareces mesmo saído duma fábrica. És uma imitação rasca do Ken (não quer dizer que o Ken preste para alguma coisa, mas o Justino ainda chega a ser pior), mas em modo infantil, precoce, mimado, e com a mania que és o maior. Ai perdão, és o maior, mas para as gajas com a cona aos saltos, mas que não sabem nada de música, tal como tu. Mas não se pode pedir mais de uma imitação rasca de um boneco. E por mim até podias ser boneco aqui em Portugal numa feira, uma vez e depois fazia-se tiro ao boneco com uma espingarda de canos cerrados. Limpava-te o sarampo e pronto, acabava-se com a agonia de quem tem paixão pela música, como eu. Pois não, tu não fazes música. Aquilo que tu fazes não é mesmo música, é uma parolice qualquer. Tu grunhes, esperneias, passeias pelo palco a mostrar essa carinha de merda, enquanto as miúdas só começam a tocar no grelo porque fica mal, mas que ficam molhadinhas ficam, mas coitadas que falta de gosto, não conhecem melhor. São inocentes, ingénuas, e ignorantes, coitadas mesmo. Mas como eu ia a dizer, acabava-se com a agonia de quem gosta de música, música a sério, como os Beatles, o Sting, ou Zeca Afonso, José Mário Branco, Chullage. Ai a sério, fazes-me rir, tu e os teus fãs. O que tu fazes não é mesmo nada, mas é uma pena, pois em que te podias tornar mesmo num boneco por um dia, e assim ganhávamos todos os melómanos, e podíamos ficar felizes para sempre. Pensa nisso, estuda lá bem o assunto. Que é muito importante para nós que temos bom gosto. Deixarias mesmo muita gente feliz e os que ficavam tristes, bastava ensinar-lhes o que é boa música, a ver se alguma vez encontrariam o rumo certo. E Pronto, esqueciam-se que um dia gostaram de um traste como tu. Justino, Barbie Ken.
Por fim a única coisa que se aproveita é que passaste a fumar marijuana, mas os palermas dos teus fãs manifestaram-se logo a mutilar-se para tu deixares de fumar, mas vocês são todos burros, pois nem tu nem eles sabem que isso só faz bem, ao cancro, aos pulmões, ao cérebro e faz bem ao coração, mas como vocês são limitadíssimos, pronto, não sabem destas coisas. Atirem-se todos de uma ponte, não contra o mar ou o rio, pois infectam a água, atirem-se de uma ponte que tenham acesso a uma estrada qualquer. Miseráveis.
Escrito por: Fina Flor da Foda